Bog do Rafael
Licenciatura Plena em Computação
sábado, 18 de janeiro de 2014
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Ano Novo
Acaba de Começar um novo ano, uma nova faze da vida de cada
pessoa então desejo a todos um Ótimo ano, cheio de paz, alegria, amor..., mas
com certeza irá também ter os dias ou horas de tristeza e que nesse momento
Deus te Ilumine para que vc possa vencer e superar estes momentos inevitáveis
da vida, pois para viver temos que ser forte ..Então um "FELIZ 2013"
>:)
domingo, 9 de dezembro de 2012
Artigo
A ESCOLA COMO MEDIADORA DA INCLUSÃO DIGITAL
Rosaline
Araújo de Morais[1]
Márcia
da silva Carvalho1
Rafael
Zortéa de Oliveira1
Clodoaldo
Anjos de Souza1
Gilnei Antônio Rodrigues¹
Fábio
Bombarda[2]
UNEMAT, Vila Rica, MT.
RESUMO
O aumento da informatização na sociedade
atual esta cada vez maior e por isso é necessário que se busque uma maneira de
inclusão digital de todos os cidadãos nesse novo modo de vida, para que possa assim
participar continuamente em meio a uma sociedade que está se exigindo que se
tenha além de um conhecimento intelectual um saber tecnológico. E o presente
artigo tem como principal objetivo mostrar que a escola que é uma precursora do
saber pode funcionar sim como uma mediadora entre o aluno e a era tecnológica,
evitando-se assim que ocorra que o aluno conclua a escolaridade básica e
continue sendo um “analfabeto digital”, e consequentemente um excluído
socialmente. Para a realização deste trabalho foram utilizados diversos artigos
que abordavam sobre o tema “inclusão digital”. Considera-se que se a escola
buscar por meios, relacionado à tecnologia, que atenda todos os níveis
socioeconômicos de forma igual, ela pode desenvolver sua função de mediadora da
inclusão digital com êxito.
Palavras chave:
inclusão digital, desigualdade social, escola e tecnologia.
1-INTRODUÇÃO
Sabe-se que nos dias atuais com apenas um clique se tem informações do
mundo inteiro, fato regido pela modernização e a grande evolução tecnológica.
Aquilo que é novidade hoje como tecnologia, amanha se torna algo ultrapassado e
simplesmente, mas um meio eletrônico entre outros tantos.
Em meio a tanta modernidade é preciso incluir pessoas que ainda não tem o
conhecimento e nenhuma dominação da maquina computacional, fato causado principalmente
pelas precárias condições socioeconômicas, as quais estão sujeitas, indicando
assim que ajustá-los a esse novo contexto de sociedade tecnológica nada mais é
que uma questão social.
Compreende-se que a inclusão digital pode ser entendida como a democratização
das tecnologias para todos, ou seja, é adentrar ao meio digital as pessoas que
ainda estão desprovidas do conhecimento tecnológico, mas antes de tudo é
necessário saber que não se trata somente de se ter o acesso à tecnologia para
a promoção da inclusão de todos, mas sim o modo como ela atenderá as
necessidades sociais, de maneira que contribua para o desenvolvimento continuo
dos cidadãos, é uma forma de gerar igualdade de oportunidades nessa sociedade
da informação, diminuindo assim o nível da chamada exclusão digital (XAVIER, 2005).
Baseando-se que se tem um grande número da população brasileira em fase
escolar, a escola pode ser vista como o principal meio de articulação para inclusão
digital de pessoas que ainda estão excluídas desse espaço tecnológico. Ela pode
trazer isso através de metodologias que provoque a interação do aluno com a
sociedade da informação.
2-MÉTODOS
Para a
realização do presente estudo foi realizada uma pesquisa bibliográfica
utilizando artigos que abordavam sobre o tema “inclusão digital”,
principalmente voltado para a inclusão dentro da escola.
3-FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Segundo dados do IBGE, existem hoje 12,9 milhões de pessoas que ainda se
encontra em nível de analfabetismo (R7, 2012). No entanto, qual seria o numero
de analfabetos digitais.
Sabe-se que as tecnologias
estão ai, e as mesmas cada vez mais estão invadindo diversos setores da
sociedade, inclusive o meio educacional, pois a escola como promovedora de
interação entre pessoas de diferentes níveis, obviamente não pode e nem poderia
ficar alheia a tanta evolução.
A função da inclusão
digital é fazer o resgate de indivíduos que estão fora do processo de
informatização, para isso necessitam que todos compartilhem dos mesmos
conhecimentos; e ela que é uma desbravadora do saber pode oportunizar aos
alunos a vivência imprescindível dessa era tecnológica.
A imersão tecnológica
da escola propicia o desenvolvimento de uma “cultura digital”, na qual os
alunos têm suas possibilidades de aprendizagem ampliadas (...) ao mesmo tempo
em que se potencializa a inclusão digital de toda a comunidade escolar.
(CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2008, p. 16).
Mas para que esse processo
de inclusão na escola possa ser proveitoso não basta apenas ter computadores, o
uso do computador deve ser visto apenas como ferramenta auxiliar do processo
ensino-aprendizagem, Oliveira (1997, p. 29). É necessário que haja uma
interação entre diversos fatores, envolvendo a organização do espaço, e
principalmente, a capacitação dos professores, os quais necessitam se apropriar
e se adaptar as novas tecnologias para que assim amplie a interação do aluno no
ciberespaço. Como alega Paulo Freire:
[...] Os elementos necessários para inclusão
não devem contemplar apenas o acesso físico à infraestrutura e a conexão em
rede e computadores, mas, especialmente, a capacitação das pessoas para
utilizar esses meios de comunicação da informação e, principalmente, para criar
a possibilidade de uma incorporação ativa no processo todo de produção,
compartilhamento e criação cultural.
Notando que a inclusão
digital não funciona de forma autônoma, ou seja, se ela não estiver aliada a
bases solidas como projetos e metodologias eficientes com certeza sua
perspectiva prevista não será contemplada com êxito.
Lembrando também que o
aspecto socioeconômico de cada aluno deve ser levado em consideração para o
sucesso da inclusão dento da escola, é necessário que ela atenda de forma igual
os diferentes níveis, para que consequentemente ela não aumente ainda mais o
nível de exclusão, visto então que o termo inclusão tem relação direta com a
exclusão.
Eis então um dos grandes desafios da escola que se encaixa junto a sua
função de mediadora, que é fazer com que as diferenças entre os que têm acesso
tecnológico frequentemente e aqueles que nunca viram uma máquina não aumentem
com a introdução das novas tecnológicos no meio educacional (TEDESCO, 2002).
Com isso ele também nos remete que,
por conseguinte é preciso que a escola mude seu papel diante dessa nova
sociedade da informação, ela tem que se adaptar aos novos requerimentos
propostos:
Em um mundo no qual a informação e os conhecimentos se
acumulam e circulam através de meios tecnológicos cada vez mais sofisticados e poderosos,
o papel da escola deve ser definido pela sua capacidade de preparar para uso consciente,
critico, ativo dos aparatos que acumulam a informação e o conhecimento (TEDESCO,
2002, p27).
Deste modo, se a escola absorver todos os critérios necessários que
contribua para a inclusão de todos, ela poderá sim funcionar como um lócus para
inclusão dos excluídos digitais.
Um exemplo de que essa ideia da inclusão digital através da escola pode
funcionar é a experiência realizada em Fortaleza, Ceará, o chamado Projeto Semear,
o qual possibilita uma resocialização de jovens carentes reintegrando-os á
família e á escola; junto a esse projeto está a Escola Ambiental Dra Francisca
Frota, a qual possui um laboratório de informática que atende tanto alunos de
7ª e 8ª do ensino fundamental quanto alunos do Projeto Semear. Na escola os
alunos utilizam softwares com diferentes objetivos e aos poucos eles passam a
conhecer os mais avançados recursos da informática aprendendo assim a colocar o
computador a serviço de seus interesses (KIDLINK, 2006).
4-CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para que a inclusão
digital aconteça, deve haver um comprometimento por parte dos professores e a
escola deve estar engajada em uma ação pedagógica que possibilite o uso dos
recursos tecnológicos. Professores e alunos precisam aprender a aprender como
acessar a informação, onde busca-la e o que fazer com ela.
Portanto, a partir do
momento que a escola se utilize de metodologias e se ampare a projetos que
atenda de uma forma igual os diferentes níveis socioeconômicos e capacite os
professores que são os responsáveis de interagir os alunos ao meio tecnológico,
ela pode sim funcionar como uma mediadora da inclusão digital, diminuindo assim
uma ampla parte da porcentagem dos que ainda são considerados analfabetos na
era tecnológica, visto que há um grande número da população brasileira em fase
escolar.
Entre os vários
profissionais envolvidos com a educação, o papel do licenciado em ciência da
computação é importante tanto no auxilio na capacitação dos professores, como
no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas, que levarão os alunos, sujeitos
do processo educativo, se tornarem cidadãos e assumirem o seu papel na
sociedade da informação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CÂMARA DOS DEPUTADOS. Conselho de Altos Estudos e
Avaliação Tecnológica.
Um Computador por aluno: a experiência brasileira.
Brasília: Câmara dos Deputados,
Série
Avaliação de Políticas Públicas, Brasília/DF, n.1, 2008.
FREIRE, I. M. Acesso à informação e identidade cultural: entre o global
e o local,Ciência da Informação, v. 35, n. 2, p. 58-67. (2006)
KIDLINK, Projeto Semear. Desenvolvido pela Kidkink no Brasil.
Disponível em <http://galaxy.kidlink.org/brasil/f-semear.html>
Acesso em 06 nov. 2012.
OLIVEIRA,
Ramon de. Informática Educativa. Campinas, SP: Papirus, 1997.
R7. IBGE lança dados sobre o
analfabetismo no país. Disponivel em <http://noticias.r7.com/videos/ibge-lanca-dados-sobre-analfabetismo-no-pais-13-milhoes-nao-sabem-ler/idmedia/5061aeeefc9bff8693188f07.html>
acesso em 10 nov. 2012.
TEDESCO, Juan Carlos. Os fenômenos de segregação e
exclusão social na sociedade
do conhecimento,Unesco, Cadernos de pesquisa, n°17, 2002.
XAVIER, karine. Revista
Brasileira de Tecnologia Educacional – Ano MMV – Jul. / 05 – Dez. / 05 – Nº 170
/ 171. Disponível em www.freewebs.com/eductecnologias/170-171-cap.
6.pdf
[1]Acadêmicos
do 1º Ano do curso de Ciência da computação Núcleo Pedagógico Vila Rica -
UNEMAT.
² Coordenador
Pedagógico do curso de Educação Física Núcleo Pedagógico Vila Rica - UNEMAT.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Ativ-4.5 E-Proinfo
O link a seguir é referente ao filme produzido á parti do Stop Motion ou quadro a quadro.
http://www.youtube.com/watch?v=lUqfBLIdE2w&feature=youtu.be
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Atividade 4.4 E-Proinfo
Stop motion
Stop motion é uma
técnica de animação fotograma a fotograma (ou quadro a quadro) com
recurso a uma máquina de filmar, máquina fotográfica ou por computador.
Utilizam-se modelos reais em diversos materiais, dentro dos mais comuns, estão
a massa de modelar, ou especificamente massinha
(em Portugal, plasticina). Muitos contêm sistema de juntas mecânico, com
mecanismos de articulações muito complexos. No cinema o material utilizado tem
que ser mais resistente e maleável, visto que os modelos têm que durar meses,
pois para cada segundo de filme são necessárias aproximadamente 24 quadros (frames).
Os
modelos são movimentados e fotografados quadro a quadro. Estes quadros são posteriormente
montados em uma película cinematográfica, criando a impressão de movimento.
Nesta fase podem ser acrescentados efeitos sonoros como fala ou música.
Podcast
Podcast é
o nome dado ao arquivo de áudio digital, frequentemente em formato MP3 ou AAC (este último pode conter imagens
estáticas e links), publicado através de podcasting
na internet
e atualizado via RSS.
Também pode se referir a série de episódios de algum programa quanto à forma em
que este é distribuído.
A
coisa mais importante a ser lembrada quando falamos em criar um podcast é que
não existe maneira certa ou errada de se produzir os programas. O que existe
são maneiras que funcionam melhor para cada pessoa, de acordo com suas
necessidades e conhecimentos de informática. É muito provável que, como no
mundo dos blogs, em pouco tempo existam ferramentas prontas que farão todo o
serviço de captura de aúdio e mixagem de som, deixando para o podcaster apenas
a tarefa de criar um bom programa.
BR Office Draw
De rascunhos rápidos até
desenhos complexos, o Draw oferece diversas ferramentas para você se comunicar
usando gráficos e diagramas.
Distribua as ferramentas de
desenho mais usadas na tela, conforme sua necessidade. Assim elas estarão
sempre acessívei a um clique de distância
Use o recurso Estilos e
Formatação, anteriormente conhecido como Estilista, para ter um maior
controle sobre a aparência de seus gráficos
Manipule objetos, rotacione-os
em duas ou três dimensões. O Controle 3D põe esferas, anéis, cubos ou
cones à sua disposição
Use
diversas funções para Organizar os objetos: agrupar, desgrupar,
reagrupar e editar objetos enquanto estão agrupados. Defina a ordem dos
objetos, enviando-os para frente ou para trás na tela. Crie imagens com efeitos
fotorealísticos, utilizando texturas, transparência, iluminação, perspectiva e
muito mais.
Referencias:
Arquivo de
revista Digital:
pt.wikipedia.org/wiki/Stop_motion
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